Contactate con nosotros

Ping Pong com Federico Saevich – MD da Costa Rica

Ping Pong com Federico Saevich – MD da Costa Rica

Ping Pong com Federico Saevich – MD da Costa Rica

Esta tradução foi realizada com inteligência artificial. 

Liderar um mercado também significa ter coragem para mudar, aprender e crescer junto com outras pessoas. Federico Saevich conhece bem essa trajetória: hoje, está à frente da operação da Costa Rica, país que se tornou seu novo lar e onde encontrou uma equipe que define, simplesmente, como “Pura Vida”.

Neste Ping Pong, conhecemos um pouco mais sobre os desafios que marcaram seu caminho, os conselhos que o acompanham, o que o ajuda a desconectar e algumas das pessoas, músicas e lembranças que fazem parte da sua história.

1.
O que mais deixa você orgulhoso em liderar a operação no país?
O que mais me deixa orgulhoso em liderar a operação na Costa Rica é a paixão e o compromisso de uma equipe que, há mais de 55 anos, faz com que nossa marca não seja apenas líder de mercado, mas também parte da vida de tantas famílias que nos escolhem todos os dias.
2.
Se tivesse que descrever sua equipe em três palavras, quais seriam?
São Pura Vida! Profissionais de alto nível e comprometidos.
3.
Qual desafio marcou você como líder e como conseguiu superá-lo?
Aceitar essa função significou sair da zona de conforto, não apenas para mim, mas também para minha família. Tivemos que deixar para trás um país que havia sido nosso lar durante 15 anos e onde um dos meus filhos decidiu continuar seus estudos. Levando nossa Cooltura para a minha vida pessoal, minha família e eu enfrentamos essa mudança juntos, de forma simples e com paixão.
4.
Qual conselho você recebeu e sempre se lembra?
Há dois conselhos que recebi de líderes, mentores e amigos e dos quais sempre me lembro: “É preciso encarar o risco de frente, olhando nos olhos.” E outro que me acompanha todos os dias: “Você ensinou algo novo a alguém hoje?”.
5.
Qual hobby ou atividade ajuda você a desconectar e recarregar as energias?
Para recarregar as energias, gosto de passar tempo com a minha família e adoro cozinhar. Isso me ajuda a desconectar.
6.
Qual costume ou tradição local você recomendaria que todos vivessem pelo menos uma vez?
Há algo que ainda está pendente e que não posso deixar de viver na Costa Rica: ir “aos touros”. Tive um chefe costarriquenho e me lembro de que, em dezembro, sempre assistíamos aos touros pela televisão. Agora que estou aqui, gostaria de viver essa experiência.
7.
Qual música representa seu país e você colocaria em uma playlist da Arcos Dorados?
Do meu país de origem, a Argentina, qualquer música de Los Fabulosos Cadillacs. E da Costa Rica, hoje meu lar, “Represento”, do Grupo Marfil.
8.
Qual livro você recomenda?
Good to Great, de Jim Collins. É um livro que Francisco Boloña presenteou a toda a equipe quando trabalhávamos juntos no México. Eu o li naquela época e, de vez em quando, volto a algum capítulo. É muito bom. Recomendo a todos.
9.
Com quem você gostaria de compartilhar um McCafé e por quê?
Com meu pai, minha mãe e Edu, meu segundo pai. Gostaria de poder contar a eles tudo o que estou vivendo, as oportunidades que tive ao longo destes anos, que soubessem tudo o que seus netos estão conquistando e como crescemos como família.
10.
O que você diria ao seu eu do passado depois de toda a trajetória que percorreu?
Eu diria que cada desafio, cada aprendizado e cada pessoa que cruza nosso caminho tem um propósito. E, acima de tudo, que mantenha a humildade e a paixão, porque são essas duas coisas que acabam abrindo as portas mais importantes. Que as coisas acontecem quando fazemos o que é certo, todos os dias, acreditando profundamente nisso; que busque apoio e apoie os outros, tendo um propósito e se esforçando para alcançá-lo. E que ser uma boa pessoa sempre traz coisas boas.
Seguir leyendo

Más en NOTÍCIAS

Arriba